Tema: A importância dos quilombos na (re) construção da cidadania.

E se o castigo for freqüente e excessivo, ou se irão embora, fugindo para o mato, ou se matarão por si, como costumam, tomando a respiração ou enforcando-se, ou procurarão tirar a vida aos que lha dão tão má, recorrendo se for necessário a artes diabólicas, ou clamarão de tal sorte a Deus, que os ouvirá e fará aos senhores o que já fez aos egípcios, quando avexavam com extraordinário trabalho ao hebreus, mandando as pragas terríveis contra suas fazendas e filhos.”

(Antonil, Cultura e Opulência no Brasil, 1710)