26-set-2019

Mais depoimentos

“Aprendi que cada criança tem seu tempo de aprendizado e seus momentos de dificuldades. Devemos respeitar e ajudar, sempre mostrando o caminho, no entanto não devemos retirar das crianças a oportunidade de errar para poder aprender” – Família Carvalho (Pré A)

“Aprendi que preciso realmente esperar o tempo do meu filho para as atividades do dia a dia para que desenvolva a autonomia e independência, que não posso fazer as coisas no meu tempo” – Família Fonseca

“Fiquei admirada com os progressos da produção escolar do meu filho. Às vezes, o dia a dia corrido não deixa a gente perceber quantos conhecimentos estão sendo adquiridos ao mesmo tempo. É um momento de parar e apreciar. E de refletir no quanto podemos melhorar para contribuir no seu desenvolvimento escolar e de ser humano. É uma grande oportunidade esse encontro. Obrigada!” – Renata Shibuta Marques Ferreira (mãe do Guilherme Marques Ferreira – 2º C)

“Cada vez que venho a uma reunião de um dos meus filhos, me surpreendo e tenho a certeza de que eles estão recebendo uma educação de qualidade e por meio de uma metodologia de ensino lúdica e eficiente. Eu e minha esposa temos três filhos na escola e estamos muito felizes com o progresso deles” – Adriano Araujo (pai da Olívia Pamplona Guimarães Araujo – 2º C)

“Aprender é sempre muito bom, o que realmente aprendemos, não esquecemos. Aprendi, hoje na reunião, a pensar em Matemática, que a Matemática não é concreta, mas não é quadrada, não é fechada, é rica de pensamentos, que para chegar ao resultado podemos pensar de várias formas. Isso foi libertador” – Adriana Gagliardi (mãe do Murilo – 2º D)

“A reunião me trouxe a informação de que a escola está cada vez mais atuando com a autonomia das crianças. Isto é fundamental para os dias de hoje! Autonomia, raciocínio crítico e aprender vivenciando o ensino fazem toda a diferença!” – Ana Maria Silva do Carmo (mãe da Heloisa do Carmo Pedroso – 2º A)

“Na reunião, aprendi sobre a importância de nomearmos e falarmos sobre as habilidades socioemocionais, de trabalharmos os aspectos psicológicos das crianças, primeiro, para que se sintam fortalecidas, e depois, seguras em seu processo de aprendizagem. Aí sim, podemos falar que estão prontas para aprender e superar as dificuldades” – Juliana Serruya (4º F)

“A aprendizagem perpassa diferentes dimensões, não apenas conteúdos, conceitos, processos. As habilidades socioemocionais, como autonomia, empatia, autoconhecimento e paciência, são essenciais para a formação dos alunos, porque tais competências auxiliam na integração do conhecimento e desenvolvimento, promovendo seu crescimento tanto como estudantes mas, sobretudo, como seres humanos” – Flávia Cardoso Zago (4º G)

“Acredito que meu filho seja um privilegiado por estudar no Santa Maria. Aprendi que o aluno não se faz apenas com o conhecimento que adquire, mas também é de enorme importância as relações que consegue estabelecer com outras pessoas, tornando-o um cidadão do bem” – Claudia de Maria Korol (4º E)

“Houve uma evolução no processo de aprendizagem: o foco deixou de ser a avaliação por meio da realização de provas e vem sendo ampliado pelo desenvolvimento de atividades que, reunidas, podem ser aplicadas em qualquer área do conhecimento e nas relações interpessoais” – Milena Ávila Silveira Soares (4º E)

“A aprendizagem é um processo de longa duração. Envolve sentimentos, emoções e múltiplos conhecimentos. É muito importante a criança estar envolvida e motivada, tornando-se protagonista de seu saber. O foco e o encantamento no investigar, nas descobertas são fundamentais para sua evolução. Além da convivência e vivência como exercícios de formação pessoal e cidadã” – Ana Paula Boarati (4º A)

“O aprendizado tem mudado muito. Antigamente, decorávamos nomes, datas, locais, sem relacionar os fatos entre si. Hoje em dia, vejo que o principal é entender o porquê das coisas, relacionar conhecimentos, interligar os fatos, aumentando a compreensão do mundo como um todo” – Renata Amaral Blanco (4º A)

“É muito importante não se preocupar somente com o lado técnico da solução de um problema. Há muito mais com o que se preocupar e eu, como pai, preciso tomar mais cuidado com a forma que ajudo. O modo como se ensina hoje é bem diferente do modo que aprendi há 20 anos” – José Henrique Rocha Nascimento (4º A)

“Entendo que as reuniões de pais são de extrema importância, pois são o principal elo entre a escola e a família e a confirmação dessa parceria. Nelas, nós, pais, temos a oportunidade de conhecer melhor o grupo escolar e firmar uma relação de confiança com os professores da turma. É também o momento de conhecer o currículo e as propostas pedagógicas que envolvem a série, além de ser uma boa oportunidade de receber as orientações necessárias e esclarecer dúvidas que possam surgir nesse processo durante o ano letivo. Nessas reuniões, também aprendo estratégias para saber lidar com as situações e desafios decorrentes das tarefas de casa e de outras situações de estudo, a fim de que eu, mãe, possa contribuir para o desenvolvimento das competências e habilidades dos meus filhos.

Enfim, acredito que as reuniões de pais sejam o momento propício para compartilharmos interesses comuns ao grupo e buscar alternativas / soluções para auxiliar e aprimorar o trabalho pedagógico desenvolvido na escola” – Carla Verônica Cassis Gargiulo (mãe do Miguel do 4º B e da Luísa do 4º C)

“A reunião feita pelos alunos e alunas foi ótima; pudemos entender como eles aprendem no dia a dia escolar. Estavam dominando o conteúdo apresentado e souberam explicar de forma coerente e clara. Relembramos as matérias e aprendemos ‘métodos’ diferentes de ensino em relação à minha época de estudante. Fiquei impressionada com a dedicação e desempenho das crianças, essa turma é muito unida e capaz” –        Mariana Vaz Fernandes Ramires (mãe do Felipe – 5º E)